A morte de Mauro Ribeiro de Almeida Júnior, conhecido como Maurinho Macaé, durante uma operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), realizada nesta segunda-feira (15), no Complexo de Manguinhos, no Rio de Janeiro, repercutiu em municípios do Norte Fluminense e mobilizou as forças de segurança da região.
De acordo com informações divulgadas pela Polícia Militar, Maurinho era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e apontado pelas autoridades como uma das principais lideranças criminosas com influência em bairros de Macaé e cidades vizinhas. Segundo a corporação, ele possuía diversas anotações criminais e era alvo de investigações relacionadas à atuação de organizações criminosas.
A operação teve como foco o combate ao tráfico de drogas e a outros crimes patrimoniais. Durante a ação, houve confronto entre policiais e suspeitos. Maurinho foi baleado, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Além da morte do investigado, a operação resultou na prisão de cinco pessoas e na apreensão de um fuzil e de entorpecentes. O caso foi registrado na 21ª Delegacia de Polícia, em Bonsucesso.
REFLEXOS EM MACAÉ
A repercussão da operação chegou rapidamente ao Norte Fluminense. Em Macaé, moradores relataram preocupação após a circulação de mensagens em redes sociais e aplicativos de mensagens mencionando possíveis atos de represália.
Imagens divulgadas na internet mostraram alguns estabelecimentos comerciais fechados, principalmente em bairros da região central e no Aeroporto, durante parte da manhã.
Como medida preventiva, equipes da Polícia Militar reforçaram o patrulhamento em pontos estratégicos da cidade e ampliaram o monitoramento das áreas consideradas sensíveis.
SEGURANÇA REFORÇADA
O 32º Batalhão da Polícia Militar informou que mantém o policiamento reforçado em toda a sua área de atuação, que inclui os municípios de Macaé, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu, Conceição de Macabu, Quissamã e Carapebus.
Até o momento, não há registro oficial de ataques ou ocorrências diretamente relacionadas à morte do suspeito. As forças de segurança seguem monitorando a situação e orientam a população a utilizar apenas canais oficiais para obtenção de informações.
Qualquer emergência pode ser comunicada pelo telefone 190. Denúncias anônimas também podem ser feitas pelos canais oficiais do Disque Denúncia.
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